Posted on 26-06-2009
Filed Under (música, sociedade) by taveira

Todos os ícones da cultura Pop do século XX têm sempre um mito associado à sua morte.

Elvis ainda está vivo.
Marylin ainda não se sabe como morreu.

E chegou a vez de Michael Jackson: será que ele morreu branco ou preto?

Pessoalmente acho que ele morreu preto, pelo simples facto que nenhum branco conseguiria dançar como ele.

Agora chega de sentimentalismos, porque para aquilo que interessa – a música, a dança, o mundo do espetáculo – Michael já estava morto há muito tempo, e não eram 50 espetáculos em Londres que iam alterar isso.

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Posted on 26-06-2009
Filed Under (blog, música, pessoal, serviço público) by Valerie

O MJ tinha problemas de pigmentação de pele, tal como já tinha o pai dele.
Esqueçam a histórinha das operações porque é treta.
Existe uma coisa que se chama solário que é para queimar a pele, nunca se ouviu falar de nada como esbranquiçar a pele, só se fosse o luário… talvez fosse isso então, visto que ele fazia MOONWalking.

Se queres acreditar que fazia operações para ficar branco: GTFO MAH BLOG.

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Posted on 25-06-2009
Filed Under (música) by Valerie
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Posted on 17-01-2009
Filed Under (lyrics, música) by Alien

Bem esta semana os Xutos & Pontapés fizeram 30 anos.

Durante estes anos todos só fizeram umas 10 musicas de jeito, vejo bandas em menos tempo a fazer melhores coisas. Vi um concerto dos Xutos do principio ao fim e o segundo concerto (após um ano) já não consegui ver tudo devido a ser uma copia do ano anterior, sem nada de novo e sempre com o lenço vermelho. Mas aqui fica o novo video clip do single Quem é Quem para comemorar os 30 anos de carreira.

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Posted on 15-01-2009
Filed Under (lyrics, música, pessoal) by Valerie

Aproveito para partilhar um pouco de mim como forma de introdução à música do vídeo em baixo.

Se tivesse nascido mulher os meus pais chamar-me-iam Alice.

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(Tom Waits/Kathleen Brennan)

It’s dreamy weather we’re on
You waved your crooked wand
Along an icy pond with a frozen moon
A murder of silhouette crows I saw
And the tears on my face
And the skates on the pond
They spell Alice

I disappear in your name
But you must wait for me
Somewhere across the sea
There’s a wreck of a ship
Your hair is like meadow grass on the tide
And the raindrops on my window
And the ice in my drink
Baby all I can think of is Alice

Arithmetic arithmetock
Turn the hands back on the clock
How does the ocean rock the boat?
How did the razor find my throat?
The only strings that hold me here
Are tangled up around the pier

And so a secret kiss
Brings madness with the bliss
And I will think of this
When I’m dead in my grave
Set me adrift and I’m lost over there
And I must be insane
To go skating on your name
And by tracing it twice
I fell through the ice
Of Alice

And so a secret kiss
Brings madness with the bliss
And I will think of this
When I’m dead in my grave
Set me adrift and I’m lost over there
And I must be insane
To go skating on your name
And by tracing it twice
I fell through the ice
Of Alice
There’s only Alice

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Posted on 29-11-2008
Filed Under (lyrics, música, pessoal) by Valerie

Poderia começar com a letra da música de Chico Buarque que se intitula como este post embora escrito com sotaque, deixo-a no entanto para o final, para que as minhas palavras tenham alguma atenção (o que não aconteceria com um prelúdio dessa estirpe pois se tornariam banais logo em seguida).

O hoje; o acordar antes das 7h; mergulhar na pista 4; ver o metro passar porque me recusei a apressar o passo; o choro da criança que viaja na mesma carruagem; o vento nas ventas; a subída da rua mítica da cidade; o bom dia a quem segura a entrada seguido do bom dia a quem secretaria a empresa dois lanços de escadas acima; o bom dia geral ao chegar ao computador que espera ser ligado; o pequeno-almoço a três ou quatro; o almoço de seis a dez; o lanche igual ao pequeno almoço; as chiclets ice ou fire de canela; o silêncio; descida ao som dum qualquer artista sorteado no leitor; a abstração do local e das pessoas; o irc; o jabber; a falta de jantar; o re-encontro da metade que faltava; a despedida; o vazio; o jogo; o sono; o amanhã; o hoje.

Cotidiano

Chico Buarque
1971

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher
Diz que está me esperando pro jantar
E me beija com a boca de café

Todo dia eu só penso em poder parar
Meio-dia eu só penso em dizer não
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão

Seis da tarde como era de se esperar
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão

Toda noite ela diz pra eu não me afastar
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pra eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

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Posted on 25-11-2008
Filed Under (música, sociedade) by Valerie

Entre uma braçada e um mergulho, concluíu-se que membros do sexo masculino que gostam de Madonna têm 101% de tendência para a homosexualidade.

Porquê 101% ? Porque dúvidas não há, nem podem haver.

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Posted on 27-10-2008
Filed Under (música, sociedade) by Valerie

Respect.

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Fabuloso como uma classe que deveria ensinar valores, se verga sem dignidade.

Valham-nos os “captain, my captain” como o autor da crónica, o professor Paulo Carvalho, que ainda sobrevivem neste Portugal cada vez mais dos pequeninos.

Sigam o link.

Nota: O vídeo no final é apoteótico.

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