Posted on 22-12-2009
Filed Under (blog, pessoal) by Valerie

Normalmente quando me lembro de material digno do blog, coloco uma nota no telemóvel, a dizer apenas os tópicos do futuro post.
Ás vezes só vou verificar as notas vários meses depois e o que acontece é que não sei o que quer dizer o que lá está, como me aconteceu hoje. A nota é a seguinte:
“Taras, altos entroncados, cavalitas.”

Desisto.

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Posted on 31-10-2009
Filed Under (pessoal, sociedade) by Valerie



Ok, podem parar de rir, agora.
É verdade, gajas bêbadas.


Pronto, já chega.
Hoje às 2h da manhã não consegui dormir por causa duma dessas gajas histéricas que bebem e não se aturam (o rácio deve ser de 0.95 das mulheres) que não queria sair do carro onde estava porque só queria dormir e isto à porta de sua casa. Nenhum dos amigos fez nada para contrariar a menina mimada, tirando a colega de casa que devido às suas fúteis tentativas ainda teve de ouvir ser mandada ao caralho que a foda, para a puta que a pariu e “deslargar” sua puta de merda.
A amiga, que a esta hora já não deve ser, entrou no carro, tirou-lhe as chaves de casa e foi ela para casa e deixou a amiga a apodrecer no carros dos outros amigos que passados 15min sentados cá fora lá tomaram uma atitude e foram embora.
Ora a gaja que não se sabe comportar porque vai dar a desculpa de estar com os copos QUE VÁ PRA GRANDE PUTA QUE A PARIU porque não tenho de aturar gajas bêbadas a porta do meu prédio e que já tenho o número da esquadra que é para a próxima que aconteça ver se ganha vergonha na cara quando tiver que falar com os senhores da farda azul.
A dúvida que se coloca é porque raio as gajas bêbadas ficam impossíveis de se aturar?

Aceitam-se sugestões.

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Posted on 17-10-2009
Filed Under (pessoal) by Valerie

O meu foi para o lixo desde ontem à noite.
Estou de recuperação a ver os bonecos na sic.

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Posted on 07-10-2009
Filed Under (pessoal) by Valerie

Porque a terceira idade tem a mania de reclamar com tudo e ainda por nada, ficou registado hoje de manhã o meu dedo do meio para a senhora simpática que passeava 2 cães na fresquinha. Depois tive de travar bruscamente (mas ainda a 3 metros de distancia da passadeira) porque ela apareceu no meio dos carros no trânsito depois duma curva e ao passar a minha frente grita “VAI MAIS DEVAGAR” o qual não obteve resposta imediata devido a ir a conduzir com os vidros fechados mas que troquei de seguida por uma buzinadela e o sinal universal de “vai-te foder” feito com o dedo do meio enquanto ela já subia o passeio e olhava para trás em choque.
Obrigado senhora simpática por me animar o dia logo pela manhã, e já sabe… Amanhã há mesma hora pode ser que não trave atempadamente para depois poder reclamar com razão, porque com razão tem mais piada reclamar, mas também posso ser eu a ser parvo porque sou novo e não vivi no tempo do Salazar.
Pró caralho, vai.

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Posted on 29-07-2009
Filed Under (geek, informática, pessoal, sociedade) by Valerie

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Posted on 29-07-2009
Filed Under (geek, informática, pessoal, sociedade) by Valerie

Depois do flop do twitter, a desilusão do facebook. Isto da web2.0 é giro durante uma semana, depois não há mais nada para oferecer além dos cantos redondos (piada profissional).

Posto isto, a minha rede social é o IRC.

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Posted on 21-07-2009
Filed Under (pessoal) by Valerie

Lembro-me de há uns anos, num acto de desespero ter feito a barba com a única gilette que havia: uma de mulher.

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Posted on 23-06-2009
Filed Under (pessoal, sociedade) by Valerie

Costuma-se dizer que o Porto tem um problema com o resto do país. Desenganem-se. O país tem um problema com o Porto.

Amo o meu país e a minha cidade (não tanto as pessoas que cá coabitam), e como portuense acho alguma piada quando o resto do país se insurge contra o povo portuense e a mania que somos diferentes. Que nos demarcamos do resto do país para nos declararmos uma nação (todos já ouvimos a expressão que o Porto é uma ‘naçoum’).

Na realidade, a história do Porto é como a da prostituta que diz que não foi ela que escolheu ser puta, que foi a vida que a fez assim.

Ora o Porto não escolher ser diferente, Portugal é que o fez assim, único e especial.

Já me aconteceu várias vezes ser rotulado como “gajo do Porto”, ora quem é do Porto também terá concerteza sentido isso na pele. Por uma ou outra expressão, por sermos pessoas directas e não andarmos com rodeios, por dizermos caralho mais do que aquilo que era preciso, por mandarmos alguém se foder ao 2º acto de estupidez, etc.

O marginal é-o porque se pôs à parte ou foi a sociedade que o marginalizou?

Tenho para mim que o país tem um problema com o Porto, contra a sua simplicidade, contra as suas gentes singulares e inconformadas. O país do fado não admite que exista uma sua parte que não chore sobre o leite derramado, que siga em frente, que conheça a palavra saudade apenas da música de Jobim, um povo que de cabiz baixo continua a lutar por uma vida melhor, porque não há outra maneira de viver onde o conformismo não é uma opcção. Os dias são difíceis mas já vivemos pior, há quem viva pior, portanto, PORRA, para a frente é o caminho. E este país mesquinho insurge-se contra o Porto. A marca da Portugal global, que foi o que mais nenhum país do mundo foi, que se perde hoje pelo resto do país num choro constante daquilo que se perdeu.

E nisto surge uma região. A região do Norte. Confunde-se Porto com o Norte. Não há pessoas mais genuínas que as gentes do Norte. Em cada ruga e em cada calo há uma história de vida, daqueles que não se conformaram a um país que se conformou com glórias passadas e teve de continuar a lutar para viver, sobreviver. Confunde-se o Porto com Braga, Bragança, Vila Real, Viana do Castelo, Barcelos, Gaia, Guimarães, Matosinhos, Amarante, etc.

E depois surge um país, surge Lisboa, Almada, Setúbal, Portalegre, Portimão, Leiria, Beja, Coimbra, Faro, etc. Tal e qual a nossa história, partindo do Norte para Sul a pedido do Papa para expulsão dos infiéis, viramo-nos antes para sul em vez de seguirmos norte, voltamos a repetir a nossa história mas desta vez pela necessidade, a necessidade de voltarmos a ser o que somos, ao país Celta, ao país Luso.

Portugal tem um problema com o Porto pois Portugal quis-se perder à boleia do resto da europa pensando que seguindo a maioria o caminho seria correcto, Portugal esqueceu-se de si mas o Porto continuou a ser Portugal e a mostrar ao país a beleza do que somos. O Porto que afinal é o Norte e o Norte que é o Centro e o Sul, o país que é Portugal juntou-se e voltou-se a sentir a terra lusitania. Portugal quis-se perder mas o Porto que é o Porto, não deixou. A cidade invicta faz jus ao seu nome e não se deixa vencer pelo conformismo que nos vinhamos a perder.

Falta o resto do país perceber que a melhor coisa que nos aconteceu foi a morte da Amália deixar metade do fado morrer. Porque a vida continua e temos que continuar a lutar e na luta tentar sempre vencer. Portugal tem um problema com o Porto e Porto é Portugal. Portugal perdeu-se na sombra daquilo que já foi. Portugal precisa do Porto e do Porto nasceu Portugal.

Duma vez por todas deixem-se de bairrismos, porque estamos todos juntos no mesmo.

Amo-te Porto, amo-te Portugal.

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Posted on 29-03-2009
Filed Under (pessoal, sociedade) by Valerie

Reparei, de facto, na evolução das mulheres como membros activos e de iguais direitos aos homens na sociedade quando há 10 anos atrás andei de camioneta que faz a carreira pela província e nessa altura entrou uma multidão de mulheres, acabadas de sair da fábrica.

Os sinais foram claros quando alguma juventude, eu incluído, começou a ser motivo de assédio via piropo ordinário digno de andaime.

Emancipação

O único motivo porque hoje as mulheres (ainda(?)) não estão na construção civil a acartar tijolos e baldes de cimento é porque este é um trabalho mais físico onde por norma os homens são genéticamente mais evoluídos. No entanto o género feminino pode substituir o andaime pela fábrica e conseguiu tornar-se um membro igual na sociedade.

A História deveria escrever-se assim.

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Posted on 05-03-2009
Filed Under (compras, pessoal) by Valerie

Porque faltava aqui o momento solene…

Carroça

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