…chamado Mário Crespo.
Após os comentários dos convidados no programa frente-a-frente que acordavam sobre o facto de Deus ter estado no Haiti – devido à capacidade humana de buscar forças na contrariedade – comentavam também que da mesma forma Deus esteve em Auschwitz, Mário Crespo diz:
Esteve, no exército vermelho. *silêncio*
Dizem que é injusto que quando um gajo fode muitas miudas… é o maior, mas se for uma miuda a foder muitos gajos é uma puta.
ESCLARECIMENTO – Se uma chave abre muitas fechaduras, então é uma Chave Mestra. Agora se uma fechadura é aberta por muitas chaves, então é uma fechadura de merda.
…
…
Ok, podem parar de rir, agora.
É verdade, gajas bêbadas.
…
…
Pronto, já chega.
Hoje às 2h da manhã não consegui dormir por causa duma dessas gajas histéricas que bebem e não se aturam (o rácio deve ser de 0.95 das mulheres) que não queria sair do carro onde estava porque só queria dormir e isto à porta de sua casa. Nenhum dos amigos fez nada para contrariar a menina mimada, tirando a colega de casa que devido às suas fúteis tentativas ainda teve de ouvir ser mandada ao caralho que a foda, para a puta que a pariu e “deslargar” sua puta de merda.
A amiga, que a esta hora já não deve ser, entrou no carro, tirou-lhe as chaves de casa e foi ela para casa e deixou a amiga a apodrecer no carros dos outros amigos que passados 15min sentados cá fora lá tomaram uma atitude e foram embora.
Ora a gaja que não se sabe comportar porque vai dar a desculpa de estar com os copos QUE VÁ PRA GRANDE PUTA QUE A PARIU porque não tenho de aturar gajas bêbadas a porta do meu prédio e que já tenho o número da esquadra que é para a próxima que aconteça ver se ganha vergonha na cara quando tiver que falar com os senhores da farda azul.
A dúvida que se coloca é porque raio as gajas bêbadas ficam impossíveis de se aturar?
Aceitam-se sugestões.
Não. Não é machismo. É como o título indica: a realidade.
As mulheres não têm jeito para a condução. Antes de receber o hatemail faço notar que obviamente as excepções fazem a regra, mas são apenas isso: excepções.
Outro dia, ao vir do trabalho para casa deparei-me com uma pequenina mulher nos seus 4 anos a andar de bicicleta ainda com rodinhas, enquanto olhava para uns miúdos a jogar à bola e ao mesmo tempo falava com a mãe.
O resultado foi, como diria uma amigo meu: “O-O-Olha o acidente!”.
É uma coisa genética. Não há volta a dar.
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Depois do flop do twitter, a desilusão do facebook. Isto da web2.0 é giro durante uma semana, depois não há mais nada para oferecer além dos cantos redondos (piada profissional).
Posto isto, a minha rede social é o IRC.
“A veneração dos ídolos criada pelo marketing e pela devoção futebolística justifica tudo”
Vale a pena a leitura e a reflexão.
Costuma-se dizer que o Porto tem um problema com o resto do país. Desenganem-se. O país tem um problema com o Porto.
Amo o meu país e a minha cidade (não tanto as pessoas que cá coabitam), e como portuense acho alguma piada quando o resto do país se insurge contra o povo portuense e a mania que somos diferentes. Que nos demarcamos do resto do país para nos declararmos uma nação (todos já ouvimos a expressão que o Porto é uma ‘naçoum’).
Na realidade, a história do Porto é como a da prostituta que diz que não foi ela que escolheu ser puta, que foi a vida que a fez assim.
Ora o Porto não escolher ser diferente, Portugal é que o fez assim, único e especial.
Já me aconteceu várias vezes ser rotulado como “gajo do Porto”, ora quem é do Porto também terá concerteza sentido isso na pele. Por uma ou outra expressão, por sermos pessoas directas e não andarmos com rodeios, por dizermos caralho mais do que aquilo que era preciso, por mandarmos alguém se foder ao 2º acto de estupidez, etc.
O marginal é-o porque se pôs à parte ou foi a sociedade que o marginalizou?
Tenho para mim que o país tem um problema com o Porto, contra a sua simplicidade, contra as suas gentes singulares e inconformadas. O país do fado não admite que exista uma sua parte que não chore sobre o leite derramado, que siga em frente, que conheça a palavra saudade apenas da música de Jobim, um povo que de cabiz baixo continua a lutar por uma vida melhor, porque não há outra maneira de viver onde o conformismo não é uma opcção. Os dias são difíceis mas já vivemos pior, há quem viva pior, portanto, PORRA, para a frente é o caminho. E este país mesquinho insurge-se contra o Porto. A marca da Portugal global, que foi o que mais nenhum país do mundo foi, que se perde hoje pelo resto do país num choro constante daquilo que se perdeu.
E nisto surge uma região. A região do Norte. Confunde-se Porto com o Norte. Não há pessoas mais genuínas que as gentes do Norte. Em cada ruga e em cada calo há uma história de vida, daqueles que não se conformaram a um país que se conformou com glórias passadas e teve de continuar a lutar para viver, sobreviver. Confunde-se o Porto com Braga, Bragança, Vila Real, Viana do Castelo, Barcelos, Gaia, Guimarães, Matosinhos, Amarante, etc.
E depois surge um país, surge Lisboa, Almada, Setúbal, Portalegre, Portimão, Leiria, Beja, Coimbra, Faro, etc. Tal e qual a nossa história, partindo do Norte para Sul a pedido do Papa para expulsão dos infiéis, viramo-nos antes para sul em vez de seguirmos norte, voltamos a repetir a nossa história mas desta vez pela necessidade, a necessidade de voltarmos a ser o que somos, ao país Celta, ao país Luso.
Portugal tem um problema com o Porto pois Portugal quis-se perder à boleia do resto da europa pensando que seguindo a maioria o caminho seria correcto, Portugal esqueceu-se de si mas o Porto continuou a ser Portugal e a mostrar ao país a beleza do que somos. O Porto que afinal é o Norte e o Norte que é o Centro e o Sul, o país que é Portugal juntou-se e voltou-se a sentir a terra lusitania. Portugal quis-se perder mas o Porto que é o Porto, não deixou. A cidade invicta faz jus ao seu nome e não se deixa vencer pelo conformismo que nos vinhamos a perder.
Falta o resto do país perceber que a melhor coisa que nos aconteceu foi a morte da Amália deixar metade do fado morrer. Porque a vida continua e temos que continuar a lutar e na luta tentar sempre vencer. Portugal tem um problema com o Porto e Porto é Portugal. Portugal perdeu-se na sombra daquilo que já foi. Portugal precisa do Porto e do Porto nasceu Portugal.
Duma vez por todas deixem-se de bairrismos, porque estamos todos juntos no mesmo.
Amo-te Porto, amo-te Portugal.
Reparei, de facto, na evolução das mulheres como membros activos e de iguais direitos aos homens na sociedade quando há 10 anos atrás andei de camioneta que faz a carreira pela província e nessa altura entrou uma multidão de mulheres, acabadas de sair da fábrica.
Os sinais foram claros quando alguma juventude, eu incluído, começou a ser motivo de assédio via piropo ordinário digno de andaime.
O único motivo porque hoje as mulheres (ainda(?)) não estão na construção civil a acartar tijolos e baldes de cimento é porque este é um trabalho mais físico onde por norma os homens são genéticamente mais evoluídos. No entanto o género feminino pode substituir o andaime pela fábrica e conseguiu tornar-se um membro igual na sociedade.
A História deveria escrever-se assim.
Só para que conste, hoje fui comprar a via verde 20 minutos antes da loja do Porto fechar e tratei de tudo em 5minutos (tempo de activar o sensor incluído).
O mais engraçado do acontecimento é que na loja da via verde também não há filas.